Glaucoma: uma doença silenciosa e irreversível
Glaucoma: uma doença silenciosa e irreversível Fonte: Site Hospital Memorial São José
Data: 23/05/2012
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Dr. Fábio Casanova faz alerta sobre o Glaucoma no site do Hospital Memorial São José

Em 23/05/2012

Neste sábado (26), comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, doença causada principalmente pela elevação da pressão intraocular, provocando lesões no nervo ótico. Uma das principais consequências é a perda parcial ou total da visão. Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, cerca de 1 milhão de pessoas sejam portadoras da doença no País, mas o número pode estar subestimado.

Há basicamente dois tipos de glaucoma: o primário e o secundário. O glaucoma primário está ligado, principalmente, a causas genéticas e ao envelhecimento. A incidência é mais comum em pessoas acima dos 50 anos e que tenham casos na família. Já o glaucoma secundário é provocado por causas externas, como traumas, uso contínuo de corticóide, uveite (inflamação intraocular) ou até mesmo pela catarata.

O grande problema do glaucoma é que ele não apresenta sintomas. “O glaucoma é uma doença muito traiçoeira, pois avança sem que o paciente perceba, pode durar até 30 anos para que ele note uma perda significativa da visão. E essa perda é irreversível”, alerta o oftalmologista Fábio Casanova, do Memorial Oftalmo, clínica especializada do Hospital Memorial São José.

A prevenção pode ser feita através de consultas regulares ao oftalmologista, pelo menos uma vez ao ano. O diagnóstico é fácil. Na visita anual ao oftalmologista, dois exames devem ser requisitados: a tonometria (medida da pressão intraocular) e o mapeamento de retina. Caso os exames apresentem alterações, são solicitados outros complementares, como campimetria computadorizada, retinografia ou foto de papila, gonioscopia e paquimetria. “A hipertensão intraocular alta não significa necessariamente, que o paciente tem glaucoma. Ele pode ser apenas um hipertenso ocular. Por isso, é preciso atenção aos exames”, acrescenta dr. Fábio Casanova.

O tratamento pode ser feito com colírios que ajudam a estacionar a doença ou com cirurgia. Para ajudar os pacientes a compreender melhor a doença e alertar para a sua gravidade, dr. Fábio Casanova disponibiliza gratuitamente na recepção do Memorial Oftalmo um folder explicativo.

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